O que é
Gestão de acesso privilegiado (PAM) combinada com acesso remoto seguro, entregue como serviço gerenciado. As credenciais críticas ficam guardadas em cofre e são injetadas na sessão de forma controlada: a pessoa acessa servidores, bancos, sistemas ou equipamentos sem conhecer a senha.
O alcance é amplo por desenho — qualquer dispositivo gerenciável pela rede entra na ferramenta, de servidor Windows e Linux a estação Mac por VNC, roteador e switch. O acesso acontece pelo navegador, por desktop ou por celular, sem exigir cliente instalado em cada ponta.
Três perguntas para responder antes
Se alguma delas não tem resposta clara hoje, é aqui que este serviço atua.
Onde estão hoje as credenciais privilegiadas da operação — e quem sabe listá-las?
Quando um terceiro acessa um sistema crítico, o que fica registrado e por quanto tempo o acesso permanece válido?
Se alguém sai da organização amanhã, quantos sistemas exigem troca manual de senha para encerrar o acesso?
Para quem faz sentido
Para quem
Operações em setores regulados onde o acesso a sistema crítico precisa ser rastreável: hospitais e laboratórios com sistemas assistenciais acessados remotamente, escritórios de advocacia que operam sistemas de tribunais, instituições de ensino com laboratórios virtualizados, e órgãos públicos com máquinas distribuídas geograficamente.
O que a Certus faz
Escopo conduzido pelo time da Certus, definido em contrato.
- Cofre de credenciais com injeção de senha na sessão e revogação centralizada
- SSH, RDP, VNC, HTTPS e Telnet direto do navegador, sem expor dados no dispositivo
- Aprovação sob demanda, com aprovador e prazo definidos
- Gravação e auditoria de sessão em tempo real, por usuário e por recurso
- Segredo temporário com expiração, integrado a AD, SSO e duplo fator
- VDI sem licenciamento adicional, incluindo laboratórios de treinamento
O que você recebe
Artefatos que ficam com a organização, independentemente da continuidade do contrato.
- Inventário de onde estão as credenciais críticas e de quem tem acesso a cada uma
- Registro de sessão auditável por usuário e por recurso, não apenas log de login
- Acesso de terceiro disciplinado, com aprovador nomeado e prazo de validade
- Revogação centralizada — encerrar acesso deixa de exigir troca de senha em cada sistema
- Residência de dado escolhida pela organização, com apoio a LGPD/ANPD e ISO/IEC 27000
Referências que orientam o trabalho
Prazo e formato
Começa por um diagnóstico sem custo, que mapeia onde estão as credenciais críticas, quem tem acesso e quais lacunas ampliam a exposição. A partir desse retrato é que se desenha a implantação e o escopo do serviço gerenciado.
O que muda na organização
- Acesso a sistema crítico passa a ter dono, prazo e registro
- Encerrar acesso deixa de depender de lembrar em quantos sistemas a senha existe
- Auditoria de acesso privilegiado passa a ter gravação de sessão, não declaração
- Terceiro acessa o necessário, pelo tempo necessário, sem receber credencial
O que não muda: o serviço não promete conformidade nem elimina risco. O que muda é a superfície de exposição das credenciais mais críticas, a continuidade quando algo dá errado, e o fato de o acesso privilegiado passar a ser controlado, auditável e reversível.
O que a Certus acrescenta
Entregue como serviço
Não é mais uma ferramenta para a equipe sustentar sozinha. A Certus conduz implantação assistida, integração com identidades, sustentação e evolução da plataforma, com suporte contínuo em português e SLA definido em contrato. O cliente recebe controle sem herdar o peso operacional de manter mais uma tecnologia de pé.
Onde o dado mora: você decide
Para setores regulados, o local onde a informação reside é parte da governança. O Access roda on-premise, na nuvem do cliente ou na nuvem Certus. A soberania do dado acompanha a exigência da operação, apoiando LGPD/ANPD e normas ISO/IEC 27000, além de disciplinar o acesso de terceiros.
Construído sobre a tecnologia UNUN, operado sob a marca Certus.
Dúvidas frequentes
- Isso substitui o Active Directory ou o SSO que já usamos?
- Não. O Access integra com AD, SSO e duplo fator em vez de competir com eles: a identidade continua onde está, e o que passa a ser controlado é o acesso privilegiado a partir dela — com cofre, aprovação, prazo e registro de sessão.
- A equipe passa a conhecer as senhas dos sistemas críticos?
- Não, e essa é a diferença em relação a um gerenciador de senhas. A credencial fica em cofre e é injetada na sessão: a pessoa opera o servidor ou o sistema sem que a senha chegue ao dispositivo dela. Trocar a credencial deixa de exigir avisar ninguém.
- Onde a plataforma roda, e quem sustenta a operação?
- Roda on-premise, na nuvem do cliente ou na nuvem Certus — a escolha acompanha a exigência do setor, porque em ambiente regulado o local onde a informação reside é parte da governança. A sustentação é da Certus: implantação assistida, integração com identidades, evolução da plataforma, suporte em português e SLA em contrato.
- Isso resolve nossa conformidade com LGPD ou ISO 27001?
- Não por si só. Controle de acesso é um dos domínios que essas normas cobram, e o Access produz a evidência desse domínio — quem acessou o quê, quando, autorizado por quem. Os demais domínios continuam com a organização, e nenhuma ferramenta transfere responsabilidade regulatória.
Falar sobre Certus Access
Uma conversa inicial para entender o contexto e dizer se este é o ponto de partida certo — ou qual seria.
